O conto da transformação na forma de fazer negócios

DR. ISIL KESKIN SAHAN

Este mês, eu queria fazer uma leitura de fundo para conjuntos de conceitos como “transformação na vida empresarial” e “futuro do trabalho” que frequentemente encontramos. O conceito de transformação, que também podemos considerar em termos da evolução de uma situação para outra, é “o que acontece quando é o quê?” Achei que vamos olhar para a questão do “o que vai acontecer” com sua dimensão que diz respeito ao futuro na perspectiva da gestão empresarial e revelar uma pequena história de fundo.

Da edição do KOBI Venture de maio de 2022

Vamos começar nossa história com os conceitos de gestor e gestão… Entendemos que os conceitos de gestor e gestão não eram vistos no mundo ocidental até o final do século XVI. Entre os estudos, com destaque para o Dr. Alfred Chandler, em sua obra A Mão Invisível, de 1977, divide o processo histórico no mundo dos negócios em dois períodos: antes e depois de 1850. Antes de 1850 o mundo dos negócios era dominado por empresas familiares locais.

Embora essas empresas familiares sejam relativamente pequenas em escala e realizem sua vida comercial, diferentes disciplinas relacionadas ao mundo dos negócios nunca estiveram em sua agenda.

Após a Revolução Industrial, o desenvolvimento do transporte ferroviário em meados de 1800 e o aumento da mobilização trouxeram uma transformação de mão dupla: Primeiro; a flexibilidade dos funcionários para ir trabalhar em fábricas localizadas em outra cidade por transporte ferroviário, e o segundo é; O fato é que o perfil do funcionário permitiu ir além das relações de amigos próximos e familiares.

Assim, as empresas começaram a precisar de processos diferentes e mais rigorosos e, mais importante, processos de gestão.

As etapas a seguir constituem a continuação de nossa história.

1- Gerenciando a Produção

No sistema histórico de gestão empresarial, o primeiro foco dos gestores tem sido a produção. Henri Fayol é um dos primeiros nomes que vêm à mente à medida que o eixo de produção evolui do artesanato individual para a mecanização e depois a produção em massa. Teóricos como Fayol exploraram métodos de negócios indexados à produtividade.

Ele argumentou que “há apenas uma melhor maneira” de cumprir uma tarefa na abordagem das Teorias da Administração Científica apresentada por Frederik Taylor nos primeiros períodos.

No marco desse entendimento, as empresas têm certas rotinas, são organizadas de acordo com essas rotinas, e o papel principal dos funcionários se limita a fazer o que é dado como parte desse mecanismo.

Com o desenvolvimento das linhas de produção no início de 1900, as coisas tornaram-se caracterizadas pela padronização e produção em massa. Enquanto o carro modelo T de Henry Ford foi considerado uma conquista importante na industrialização, a produção em massa aumentou, mas também aumentaram os conflitos entre a administração e os funcionários. O ambiente e as condições de trabalho não são boas. A orientação para as pessoas também não tem um lugar importante.

2- Tentando Entender o Humano

Na década de 1920, uma nova influência foi revelada no mundo dos negócios. Os estudos dos psicólogos Elton Mayo e Abraham Maslow, que realizaram estudos comportamentais entre aqueles que revelaram esse efeito, foram bastante decisivos e o valor das relações humanas nas empresas começou a ser percebido.

Os funcionários não são mais vistos como máquinas, mas como indivíduos muito diferentes entre si e com atitudes, comportamentos e necessidades únicos.

Nessa fase, os gestores ainda estão focados na eficiência, mas, por outro lado, percebeu-se que eles são mais produtivos à medida que as necessidades físicas, emocionais e sociais dos funcionários são gradativamente levadas em consideração. Pela primeira vez nesse período, conceitos como design de cargos, ambientes de trabalho, trabalho em equipe, recompensas e benefícios não financeiros foram reconhecidos como importantes para a motivação dos funcionários.

3- O Nascimento de Marcas Nacionais e Globais

Após a Segunda Guerra Mundial, começaram a surgir empresas nacionais mais bem estruturadas e com elas empresas multinacionais e até holdings. Marcas emergentes nacionais e globais se desenvolveram como resultado de desenvolvimentos em tecnologias de comunicação e mídia que vêm à tona.

A mídia convencional tem proporcionado a oportunidade de aproximar as empresas de grandes públicos, principalmente por meio da televisão, jornais, revistas, ações promocionais e anúncios. As empresas começaram a usar anúncios com mais frequência para informar os clientes sobre produtos e serviços e incentivá-los a comprar. Ele foi pioneiro em um novo campo chamado marketing de mídia de massa.

Na década de 1940, o gerente de publicidade americano Rosser Reeves defendia a importância das vendas e, na década de 1960, as abordagens de marketing se baseavam em reduzir a venda aos clientes desde o início, primeiro ouvindo o que o cliente queria e depois adaptando os produtos e serviços de acordo com a essas demandas.

4- Das Estratégias Brilhantes à Realidade

A aceleração dos esforços de marketing na década de 1960 revelou boas abordagens e, infelizmente, também esteve na pauta com propagandas enganosas que não refletiam a verdade. Com esta abordagem negativa, que é espumosa e não corresponde à realidade, a qualidade é impedida e as experiências que abalam a confiança em consequência da desilusão dos clientes nesta situação têm sido alvo de críticas.

As empresas ocidentais começaram a desenvolver uma reação a essa situação e, ao mesmo tempo, enfrentaram uma crescente concorrência dos fabricantes japoneses. negatividades
A perda de confiança vivida como resultado disso trouxe uma nova forma aos sistemas de gestão empresarial.

Essas são as abordagens de Gestão da Qualidade Total e Zero Defeito…. Teóricos da administração como W. Edwards Demming e Philip B. Crosby viam a qualidade como responsabilidade de toda a empresa e de todos os departamentos, não apenas na linha de produção e no escopo do produto produzido.

5- O Nascimento da Filosofia Kaizen Japonesa e Seis Sigma

Muitas empresas, que são a favor de derreter com sucesso as relações humanas, a abordagem de marketing orientada para as pessoas e, portanto, orientada para o cliente em uma panela, adotaram a ideia de “melhoria constante de tudo por todos que trabalham”.

A questão de contribuir para a melhoria de processos e produtos dos colaboradores em todos os níveis começou a ganhar destaque. Assim, surgiu o Six Sigma, uma abordagem de melhoria de processos desenvolvida pela Motorola em 1986 e que começou a ser implementada na General Electric.

6- Organizações de Aprendizagem e Abordagem de Aprendizagem Contínua

A história dos negócios começou a ganhar importância como objeto de estudo na década de 1970. Um de seus pioneiros, Dr. Em suas palestras na Harvard Business School, Alfred Chandler enfatizou a importância das habilidades, inovação tecnológica e aprendizado contínuo necessários nos processos organizacionais.

Outros especialistas em gestão nas décadas de 1980 e 1990, tomando como exemplo Chandler, incentivaram a criação de uma conscientização contra a abordagem das empresas para reorganizar seu ambiente de trabalho, pensar com mais detalhes, considerar as necessidades e expectativas dos funcionários e adaptar para a realidade da mudança. Como pode ser visto, agora começou a focar na liderança em si, muito além de focar nos problemas operacionais.

7- Digitalização

O surgimento da internet no início dos anos 1990 e a evolução dos processos digitais nos anos 2000 trouxeram uma nova era para o mundo dos negócios, como a comunicação de massa convencional havia feito antes. Enquanto muitas empresas online faliram entre 1997-2000, os pioneiros do comércio eletrônico de sucesso começaram a lançar as bases de uma área de negócios onde a inovação dominaria. Aplicativos digitais como sites, aplicativos móveis, fóruns de mídia social tornaram-se importantes para o mundo dos negócios.

Graças à tecnologia, o aumento do número de novas empresas também ampliou a disponibilidade de financiamento. Na década de 1990, os processos financeiros atingiram uma dimensão disciplinar separada, questões como fusões, aumento da capacidade das empresas de crescer além de suas próprias limitações operacionais, financiamento de investidores de grande volume para empresas de pequeno volume vieram à tona.

Houve um aumento de iniciativas com a introdução de apoio ao acesso ao microfinanciamento, negócios e capacitação. Além disso, questões como diversidade, inclusão, responsabilidade social, investimento social, sustentabilidade, ambientalismo, gestão estratégica passaram a fazer parte da vida e dos projetos das empresas.

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